perguntas e respostas

Sobre estudar saxofone

A beleza do saxofone – seja do próprio instrumento, seja de sua sonoridade – encanta muitas pessoas.

Este instrumento foi muito popularizado pelo jazz e hoje está disseminado em diversos gêneros musicais.

O estudo do sax envolve controle da respiração, controle da embocadura, agilidade na musculatura das mãos, leitura musical (partitura) e percepção auditiva.

À medida que tais elementos vão sendo dominados, observa-se um aperfeiçoamento da sonoridade do instrumento.

 

Dúvidas frequentes

É preciso ter um saxofone para iniciar o curso?

Não, é possível iniciar o curso sem ter o instrumento. Conforme o aluno perceba seu desenvolvimento, naturalmente sentirá a necessidade de adquirir um saxofone, para poder estudar quando quiser e de forma mais intensa, garantindo assim um melhor aproveitamento das aulas.

Contudo, por questões de higiene pessoal, é obrigatória a aquisição de uma palheta (pequena lâmina de madeira que fica na boquilha do saxofone, em contato direto a boca do instrumentista) para iniciar o curso, que custa em média R$ 40,00. Esta deve ser descartada e substituída periodicamente, pois sua matéria prima é o bambu – um material perecível quando em contato com a saliva. É possível adquirir palhetas na própria escola.

A Escola de Música Expressarte disponibiliza um saxofone e uma sala de estudos para os alunos que quiserem praticar na escola, enquanto não têm o instrumento, sem custos adicionais. Basta realizar um agendamento prévio na secretaria, em horários livres da sala.

 

Um saxofone é muito caro?

O preço médio de um saxofone varia bastante, de acordo com a marca, modelo, estado de conservação, entre outros fatores. É possível começar com um saxofone mais simples (de estudante), que pode ser adquirido a preços acessíveis, e ir trocando conforme o curso progride. Contudo, outra estratégia de investimento é adquirir um bom instrumento logo no início do curso, por questões de durabilidade e sonoridade. É fundamental conversar com o professor para uma assessoria adequada.

É importante ressaltar que o saxofone é um instrumento que exige a manutenção periódica de um profissional, para aperto de parafusos, substituição de sapatas, limpeza e ajustes diversos.

 

Qual é a idade ideal para começar o curso?

Depende da estatura da criança. Em geral, o ideal é a partir de 9 anos, pois a embocadura e o peso do instrumento podem ser desconfortáveis e dificultar a adaptação de crianças menores.

Para as crianças que ainda não conseguem se adaptar ao sax, a escola recomenda iniciar o processo de educação musical por meio das aulas de Musicalização Infantil. Nestas aulas, a criança iniciará seu processo de sensibilização musical e aprenderá a flauta doce, onde a posição das notas musicais (digitação) é muito semelhante à do saxofone.

 

O sax é o instrumento mais difícil de se tocar?

Por não ter um som “pronto” como o piano, por exemplo, o saxofone exige um controle mínimo de sua embocadura para que se consiga tirar as primeiras notas do instrumento.

Esta fase de controle da embocadura dura, em média, de 1 a 2 meses. Ultrapassada esta fase, os resultados sonoros tornam-se mais concretos, uma vez que o saxofone é um instrumento exclusivamente melódico (monofônico): executa apenas uma nota musical de cada vez. A título de comparação, um pianista solista utiliza, geralmente, as duas mãos para executar uma peça: uma para acompanhamento e a outra para a melodia, o que aumenta o desafio da coordenação motora.

 

O sax exige muito fôlego do instrumentista?

Em geral, os iniciantes não encontram grandes dificuldades com relação ao fôlego. Contudo, as primeiras aulas têm como foco o controle da respiração e exercícios para se expandir gradualmente a capacidade respiratória do aluno – e, consequentemente, o fôlego.

É importante ressaltar que mesmo os mais consagrados instrumentistas de sopros reservam uma boa parte de seus estudos diários para exercícios de manutenção de sua capacidade respiratória.

Na verdade, o segredo do instrumento está na técnica da embocadura, e não na quantidade de ar necessária para soprá-lo.

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Sobre estudar canto

Ao cantar, utilizamos nosso próprio corpo como um instrumento musical.

No entanto, como o aparato vocal não foi biologicamente produzido para esta finalidade, é necessário desenvolvê-lo. Isso é possível por meio do domínio da respiração, adequação da postura corporal, desenvolvimento da percepção auditiva, exercícios de entoação, fortalecimento dos músculos relacionados à fala, aprimoramento da dicção, entre outras questões que são trabalhadas ao longo do curso.

Esses tópicos vão sendo praticados junto com o desenvolvimento de repertório, que se adapta às preferências musicais de cada aluno. Conceitos musicais também vão sendo ensinados de acordo com o interesse e a necessidade de cada um, como leitura musical (partitura), rítmica, harmonia, etc.

Atualmente, o foco do curso de canto de canto na Expressarte baseia-se em repertório de música popular.

Os alunos têm ainda a oportunidade de realizar apresentações semestrais, que geralmente acontecem em casas de show. A Expressarte já promoveu apresentações no Lucena Bar (Lapa), Café Piu Piu (Bixiga), Magnólia Bar (Vila Romana), Café Paon (Moema) e Piazza Zini (Freguesia do Ó). São momentos em que o aluno vivencia a experiência de estar no palco interagindo com a plateia.

 

Dúvidas frequentes

Todos podem cantar ou só aqueles que nasceram com este “dom”?

Como regra geral, todos podem aprender a cantar sim. Todos os critérios utilizados para avaliar se alguém “canta bem” podem ser trabalhados e aprimorados durante um curso de canto, a saber: afinação vocal, interpretação, postura corporal, timbre vocal, rítmica, capacidade de improvisação, respiração, dicção, entre outros.

Geralmente o tempo de aprendizado pode variar bastante de pessoa para pessoa e, por este motivo, é importante evitar comparações. Além disso, “cantar bem” não é garantia de “sucesso profissional” como cantor, uma vez que para isso estão em jogo outras questões mercadológicas que fogem ao escopo da proposta de ensino de nossa escola.

 

Quanto tempo demora para eu cantar bem? Em quanto tempo vou estar cantando a primeira música?

Estas questões são muito relativas, pois dependem de vários fatores: idade, características individuais de aprendizado, experiência musical prévia, tempo disponível para estudos individuais, interesse e motivação com relação ao curso, restrições médicas, entre outros fatores.

É importante seguir as recomendações de estudo do seu professor, para um melhor aproveitamento do seu tempo e, também, para evitar fadigas ou lesões nas pregas vocais.

O curso tem uma abordagem bem prática, onde o aluno já canta desde a primeira aula. Em média, com 6 meses de aula, é possível perceber progressos no desenvolvimento vocal.

 

Quais músicas vou aprender nas aulas?

O repertório pode ser livremente sugerido pelo aluno, para adequar as aulas aos seus gostos pessoais e às suas necessidades individuais. Geralmente, ao longo do curso, o professor também indica algumas canções para o aluno, com o objetivo de ampliar seu conhecimento musical e trabalhar questões específicas da técnica vocal.

 

Canto lírico é muito complicado de se aprender?

Não. O canto lírico apenas exige uma técnica vocal mais específica e detalhada, o que pressupõe uma experiência maior com a própria voz. É importante ter uma intimidade maior com a própria voz, para conhecer os limites individuais e identificar os desafios técnicos a serem trabalhados. É possível iniciar o estudo deste estilo com o repertório de musicais, até chegar às óperas, caso seja de interesse do aluno.

 

É abordado solfejo durante o curso?

O solfejo é utilizado em alguns momentos do curso como uma estratégia didática, com o objetivo de desenvolver a leitura musical (partitura e teoria musical), percepção auditiva, afinação, etc. Há alguns métodos bem interessantes e dinâmicos, alinhados a preceitos contemporâneos de Educação Musical. É importante lembrar que a escola oferece a aula de Linguagem e Estruturação Musical como um complemento à aula de canto, que o aluno poderá cursar para aprimorar a leitura e a percepção musical, caso seja de seu interesse.

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Sobre estudar violão

O violão é, talvez, o instrumento mais popular no Brasil. As versões mais comuns possuem seis cordas de nylon ou de aço, mas há violões com outras configurações, como o violão de sete cordas e o violão baixo, com 4 cordas, afinadas uma oitava abaixo das 4 cordas mais graves do violão tradicional de seis cordas.

Por ser um instrumento muito versátil, é encontrado em um grande número de estilos musicais nacionais e internacionais.

Geralmente, o violão é associado ao acompanhamento musical de cantores ou outros instrumentos solistas, mas também tem grande inserção no repertório “solo” erudito ou popular.

 

Dúvidas frequentes

Os cursos de violão e guitarra são parecidos?

Apesar de serem instrumentos bastante parecidos, com muitas técnicas similares, os cursos têm suas diferenças, pois existem questões específicas para cada instrumento.

Quanto ao repertório, alguns estilos musicais estão mais associados ao violão, enquanto outros estão mais associados à guitarra. Há ainda estilos em que se encontram ambos os instrumentos.

 

É preciso ter um violão para iniciar o curso?

É muito importante que o aluno tenha o instrumento desde o início do curso, para que perceba um desenvolvimento consistente. Contudo, isto não é fator impeditivo para iniciar as aulas. Neste caso, conforme o aluno perceba seu progresso, naturalmente sentirá a necessidade de adquirir um violão, para poder estudar quando quiser e de forma mais intensa, garantindo assim um melhor aproveitamento do curso.

No caso de crianças, os pais devem investir inicialmente em um violão condizente com sua estatura. Há no mercado violões reduzidos (três quartos), que favorecem a adaptação da criança com o instrumento.

A Escola de Música Expressarte disponibiliza violões e uma sala de estudos para os alunos que quiserem praticar na escola, enquanto não têm o instrumento, sem custos adicionais. Basta realizar um agendamento prévio na secretaria, em horários livres da sala.

 

Como faço para comprar um violão? É um instrumento muito caro?

O preço médio de um violão varia bastante, de acordo com a marca, modelo, estado de conservação, entre outros fatores. É possível começar com um violão mais simples, que pode ser adquirido a preços mais acessíveis (R$ 250,00 em média), e ir trocando conforme o curso progride. Contudo, outra estratégia de investimento é adquirir um bom instrumento logo no início do curso, por questões de durabilidade e sonoridade.

Você pode comprar violões em lojas de instrumentos musicais, diretamente com um luthier ou ainda de particulares (para o caso de instrumentos usados). Ao escolher seu instrumento, procure valorizar a sonoridade e qualidade técnica – e não apenas a “beleza visual”.

Se você estiver com alguma dúvida, é fundamental conversar com um professor antes de efetuar a compra.

É importante ressaltar que o violão é um instrumento que exige a manutenção periódica de um profissional (luthier), para troca das cordas, regulagem da altura das cordas, limpeza e ajustes diversos.

 

Quanto tempo demora para aprender a tocar violão?

Isso é muito relativo, pois depende de vários fatores: idade, características individuais de aprendizado, experiência musical prévia, tempo disponível para estudos individuais, interesse e motivação com relação ao curso, entre outros fatores.

As aulas têm uma abordagem bastante prática, sendo que um dos principais objetivos do curso é fazer o aluno tocar, reproduzir as músicas das quais gosta. Por ser um curso personalizado, é perfeitamente possível adequar o repertório das aulas ao interesse e nível de desenvolvimento do aluno, de modo que se tenha, o quanto antes, a sensação prazerosa de estar tocando o instrumento.

Seguindo a programação das aulas, em média, o aluno consegue executar sua primeira peça no 2º mês de aula. Ao final do primeiro semestre de estudo, poderá se divertir bastante com o conteúdo aprendido.

 

Qual o tempo de duração do curso de violão?

A Escola de Música Expressarte trabalha com aulas personalizadas e adaptadas aos objetivos e interesses do aluno.

Não existe um cronograma exato a cumprir, a exemplo de conservatórios musicais ou cursos técnicos. Por este motivo, o professor estabelece desde as primeiras aulas, junto com o aluno, uma lista de objetivos com relação às aulas de violão. Tal programação pode ser reavaliada e alterada sempre que o aluno desejar, ou quando o professor observar que as etapas estão sendo cumpridas.

 

Vou ter que aprender leitura de partitura e teoria musical nas aulas de violão?

Como foi dito anteriormente, as aulas têm uma abordagem bastante prática desde o início do curso, sendo que os elementos teóricos não são prioridade nas primerias aulas. Contudo, alguma forma de leitura musical (como tablatura ou cifras), é essencial para que haja o registro de informações.

Existem conhecimentos que são abordados durante as aulas que também fazem parte do que se chama de “Teoria Musical”, como noções básicas de leitura, formação de acordes, nomes das notas, etc. Além disso, recorremos à teoria musical para fundamentar alguns conceitos que servirão de base para o aprendizado de novas etapas.

Não há motivos para se preocupar. Trabalhamos com abordagens contemporâneas de Educação Musical, que tornam o curso mais dinâmico, prazeroso e significativo para você. Isso significa que a leitura e teoria musical são ensinados já associados à prática do instrumento e o aluno será encorajado e estimulado a dominar os conceitos importantes ao seu progresso no curso.

A Escola de Música Expressarte oferece ainda o curso de Linguagem e Estruturação Musical para quem quiser complementar as aulas de violão com noções de Leitura e Percepção Musical. Consulte a secretaria para saber dias e horários.

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Sobre estudar piano

Existe um consenso entre os músicos de que o piano é um instrumento “musicalmente completo”: ele dá a liberdade para o músico tocar sozinho, acompanhar um cantor ou outro músico e, ainda, integrar um conjunto musical.

Além disso, a visualização imediata das teclas (e, consequentemente, das notas musicais) facilita a compreensão de diversos tópicos de teoria musical.

Na Escola de Música Expressarte, o curso de piano tem conteúdo e objetivo personalizados às necessidades dos alunos. Por este motivo, podemos atender às necessidades de alunos iniciantes ou avançados – seja em piano erudito ou piano popular.

 

Dúvidas frequentes

Como poderei fazer o curso sem ter um piano em casa?

A Escola de Música Expressarte disponibiliza pianos em salas de estudo para os alunos que quiserem praticar na escola, enquanto não têm o instrumento, sem custos adicionais. Basta realizar um agendamento prévio na secretaria, em horários livres da sala.

Conforme o aluno perceba seu desenvolvimento, naturalmente sentirá a necessidade de adquirir um piano, para poder estudar quando quiser e de forma mais intensa, garantindo assim um melhor aproveitamento das aulas.

 

Um piano é muito caro?

O preço médio de um piano novo varia bastante, de acordo com a marca, modelo e, também, de loja para loja, sendo possível adquirir um bom instrumento com aproximadamente R$ 10.000,00.

Existe ainda a possibilidade de se adquirir um piano acústico usado. Tal aquisição deve ser estudada com cautela, visto que vários critérios devem ser observados, como o estado de conservação da madeira, teclas, componentes internos e cordas.

Geralmente, a compra de um piano acústico é fruto de uma decisão bem fundamentada, pois deve-se levar em conta o custo do instrumento, o espaço que ele ocupa, restrições de horário para tocar em casa (por conta do som), manutenção do instrumento (limpeza e afinação periódica), entre outros fatores.

É possível ainda investir em um piano digital (eletrônico), que tem a vantagem de ocupar menos espaço, possuir regulagem de volume (com possibilidade de utilizar fones de ouvido durante o estudo), não desafinar, ser portátil e mais acessível do que um piano acústico. Entretanto, pode apresentar desvantagens importantes, como peso irreal das teclas e sonoridade diferente, que muitas vezes deixa a desejar.

Não compre por impulso ou ansiedade. Se estiver em dúvida, converse com um professor antes de efetuar seu investimento.

 

Qual a idade adequada para começar a estudar piano?

Depende da estatura da criança. Em geral, o ideal é a partir de 5 ou 6 anos, pois a postura ao instrumento pode ser desconfortável e dificultar a adaptação de crianças menores.

Para as crianças que ainda não conseguem se adaptar ao piano, a escola recomenda iniciar o processo de educação musical por meio das aulas de Musicalização Infantil. Podem, ainda, iniciar seus primeiros passos no instrumento por meio do Curso de Teclado, que é um instrumento parecido com o piano, mais lúdico e menor, gerando resultados sonoros mais rápidos para a criança.

 

Quanto tempo demora para tocar a primeira música?

Isso é muito relativo, pois depende de vários fatores: idade, características individuais de aprendizado, experiência musical prévia, tempo disponível para estudos individuais, interesse e motivação com relação ao curso, entre outros fatores.

Seguindo a programação das aulas, em média, o aluno consegue executar sua primeira peça (tocando com apenas uma das mãos, a 4 mãos com o professor ou ainda um arranjo musical simples) no 2º ou 3º mês de aula.

 

Qual é a diferença entre o curso de teclado e o de piano?

Embora ambos os instrumentos tenham uma técnica e uma iniciação muito parecidas, os cursos acabam indo para direções diferentes conforme o aluno se desenvolve.

O curso de teclado acaba tendo foco nos recursos do equipamento, linguagem e fraseado de instrumentos musicais, produção de arranjos com utilização de diferentes instrumentos, gravação e pós-produção, etc.

Já o curso de piano, em linhas gerais, dirige-se para o desenvolvimento da mão esquerda na produção de arranjos (no caso do piano popular) e na leitura e desenvolvimento de repertório (no caso de piano erudito).

 

Para que servem os pedais do piano?

Um piano vertical possui, geralmente, três pedais:

O pedal da direita tem a função de manter a vibração das cordas quando acionado, possibilitando assim que o som se prolongue;
O pedal da esquerda aproxima o martelo das cordas, possibilitando ao pianista executar as notas com menos intensidade;
O pedal do meio, geralmente denominado “pedal de estudo”, intercala um feltro entre os martelos e as cordas, reduzindo drasticamente o volume das notas.

 

O que se aprende durante o curso de piano?

As aulas de piano abrangem leitura musical (partitura, clave de sol e clave de fá), desenvolvimento da percepção auditiva (incluindo “tirar músicas de ouvido”), noções de harmonia, formação de acordes, elaboração de arranjos, acompanhamento pianístico, desenvolvimento da mão esquerda, etc.

O curso é personalizado e pode ser adequado às necessidades individuais de cada aluno.

 

Quais músicas vou aprender nas aulas de piano?

O repertório pode ser livremente sugerido pelo aluno, para adequar as aulas aos seus gostos pessoais e às suas necessidades individuais. Geralmente, ao longo do curso, o professor também indica algumas peças ao aluno, com o objetivo de ampliar seu conhecimento musical e trabalhar questões específicas da técnica do instrumento.

 

Vou ter que aprender Teoria Musical nas aulas de piano?

Não há a necessidade de se aprender a Teoria Musical de forma isolada, sem associação ao piano.

Contudo, existem conhecimentos que são abordados durante as aulas que também fazem parte do que se chama de “Teoria Musical”, como noções básicas de leitura, formação de acordes, nomes das notas, etc.

Além disso, recorremos à Teoria Musical para fundamentar alguns conceitos que servirão de base para o aprendizado de novas etapas.

Não há motivos para se preocupar. Trabalhamos com abordagens contemporâneas de Educação Musical, que tornam o curso mais dinâmico, prazeroso e significativo para você.

A Escola de Música Expressarte oferece ainda o curso de Linguagem e Estruturação Musical para quem quiser complementar as aulas de piano com noções de Leitura e Percepção Musical. Consulte a secretaria para saber dias e horários.

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